Discipulado promoveu paella com Chef Motta

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O Discipulado da Assembleia de Deus de Içara promoveu uma paella beneficente em prol ao 6º congresso do departamento, no domingo, dia 18 de novembro, no salão social do bairro Cristo Rei. Veja as fotos.

Presbítero Cristiano Medeiros, coordenador do departamento deu abertura ao evento. “Agradeço a Deus e a cada um que investiu no discipulado adquirindo um ingresso. Nossa gratidão também a todos que nos ajudaram na organização e venda dos tickets. Também somos gratos os Ceifeiros na pessoa do pasto Edson Cardoso pela parceria”, agradeceu Medeiros.

O segundo coordenador do discipulado, presbítero Tiago Domingues também mencionou algumas palavras. “Este evento é para custear nosso 6º Congresso do Discipulado que será realizado nos dias 08, 09 e 10 de março de 2019. Agradecemos o apoio de todos, do nosso coordenardor e do presidente da igreja, pastor Cirço de Lima”, destacou Tiago.

Em seguida o presidente AD Içara, pastor Cirço de Lima orou pelo alimento e agradeceu o apoio da igreja prestado ao evento.

Na oportunidade cerca de 200 pessoas puderam saborear a paella de carnes brancas feita pelo Chef Motta. No cardápio ainda acompanhavam saladas e moranga.

AD Içara celebrou 24º Congresso de Missões do Ceifeiros da Hora Final

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A Assembleia de Deus de Içara e o órgão missionário Ceifeiros da Hora Final só tem o que comemorar. Foi encerrado no domingo, dia 18 de novembro, o 24º Congresso de Missões após três noites de encontro e uma manhã missionária no templo sede da igreja. Veja as fotos da abertura (16), 2º dia (17), formatura do curso de missões (18) encerramento do evento.

No evento ministrou a palavra de Deus pastor Lauri Villas Boas (Rio de Janeiro) e o pastor Emerson Kalb (Argentina). Os louvores foram entoados pelo pastor Dieggo Molina, Jardel Almeida, Pamela Oliveira, Ministério de Louvor Restauração, Orquestra Sinfônica Celebração entre outros.

Além da participação de missionários vindo da Argentina e Paraguai, o congresso contou com a formatura de 25 alunos no curso de missões na manhã missionária no domingo. Foram 4 meses de aulas e prática missionária.

Paralelo ao congresso foi realizado o 17º Congresso do Ceifeirinhos da Hora Final no plenário. O evento foi voltado para a conscientização missionária das crianças.

LIÇÃO 07 – Perdoamos porque fomos perdoados | 18/11/2018

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INTRODUÇÃO

Essa parábola é uma daquelas que trata do relacionamento entre os discípulos de Cristo, ou seja, como estes devem se comportar no âmbito do Reino. Apesar de nossas Bíblias a intitularem de a “parábola do credor incompassivo”, o que ela ensina, de fato, é a forma de lidar com a ofensa e com o perdão. Ela mostra a graça e, ao mesmo tempo, a responsabilidade. Se, por um lado, Deus nos perdoa por intermédio de sua infinita graça, por outro, temos a responsabilidade de perdoar aqueles que nos ofendem. Há quem julgue ser esta uma das parábolas menos complexas entre as que foram pronunciadas por Cristo. Ela acaba sendo contada por Jesus por causa de uma pergunta de Pedro a respeito de quantas vezes devemos perdoar nosso irmão, e termina dizendo como nosso Pai celestial fará conosco, ou seja, uma vez que fomos perdoados, devemos da mesma forma perdoar todos aqueles que nos ofendem.

I. INTERPRETANDO A PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPREENSIVO

1. A nova vida no Reino de Deus. O capítulo 18 de Mateus traz os ensinos de Jesus sobre a conduta dos seus discípulos como membros da nova comunidade trazida à existência por intermédio do recebimento de sua mensagem, os discípulos do Reino de Deus. O Reino possui valores essencialmente diferentes daqueles que caracterizam as instituições terrenas e as organizações desse mundo. Lembre-se de que nesse reino os humildes são os verdadeiramente grandes (Mt 18.1-4). No Reino de Deus, o “inferior” e mais “apagado” súdito leal ao seu Rei possui valor imensurável. A suprema ofensa na comunidade do Reino é quando os mais fortes e dominadores tornam a caminhada de fé dos irmãos mais fracos e mais sensíveis, difícil (Mt 18.6,7). De igual modo, mostrar desprezo pelos irmãos em Cristo é algo inaceitável (18.10). Com o objetivo de solidificar ainda mais o ensino desse Reino, Jesus fala sobre o perdão, e Pedro, admirado, faz a pergunta e o Senhor então conta a parábola (vv.15-35). Ao longo da história da igreja, os intérpretes não alegorizaram tanto esta parábola quanto o fizeram com as outras. A mensagem que a parábola quer transmitir é unicamente o perdão de Deus e a obrigatoriedade que os homens têm em perdoar em função de Deus já tê-los perdoado. Para finalizar, ela adverte a respeito do juízo divino sobre aqueles que se negam a fazê-lo.

2. Perdão ilimitado. Pedro parece ter se incomodado a respeito do que Jesus havia ensinado acerca do perdão no âmbito do Reino (18.15-20). A pergunta do apóstolo parece simples, mas traz um pano de fundo judaico. Pedro quer saber quantas vezes deve perdoar o irmão ofensor. Talvez tenha se sentido generoso ao sugerir: “Até sete?” (v.21). Na tradição rabínica, não se exigia que alguém perdoasse mais do que três vezes. A resposta do Mestre certamente perturbou a Pedro. Porém, é preciso lembrar-se de que Jesus está se valendo de uma hipérbole, ou seja, não devemos entender tal “número” num sentido matemático preciso. Jesus ensina a perdoar quantas vezes forem necessárias, mas isso também deve ser feito de coração, isto é, devemos perdoar com liberalidade e sinceridade.

3. Uma dívida impagável. Os servos de um rei eram oficiais de alta posição a serviço do imperador. Alguns deles, muitas vezes, em determinadas ocasiões emprestavam grandes somas de dinheiro do tesouro imperial. Nesta parábola, a quantia mencionada por Jesus é, mais uma vez, deliberadamente dada com exagero. É uma hipérbole que visa tornar mais nítido o contraste com a segunda dívida — “cem dinheiros”. É difícil achar um equivalente no sistema monetário moderno, mas o Comentário Bíblico Beacon compara um talento com cerca de “mil dólares americanos”, sendo que “dez mil talentos” (v.24), segundo o mesmo comentário, equivalem ao valor de “dez milhões de dólares”. Trata-se de uma dívida impagável. O que Cristo quer ensinar é a completa falta de esperança de pagarmos o incomensurável débito que geramos por causa dos nossos pecados, até que eles fossem perdoados gratuitamente por Deus, por intermédio da morte do Filho de Deus na cruz do Calvário (Cl 4.13,14).

4. A recusa em perdoar. Ao voltar-se para o segundo quadro da parábola, Jesus diz que um homem, conservo com aquele cujo débito era impagável, devia “cem dinheiros” ao servo cuja dívida exorbitante junto ao rei fora perdoada (v.27). “Cem dinheiros” ou “cem denários” era uma moeda romana. Mais uma vez o Comentário Bíblico Beacon faz uma atualização dizendo que o valor equivalia a cerca de “vinte dólares americanos”, ou seja, “uma soma insignificante comparada àquela que o oficial da corte devia ao rei”. Contudo, aquele que teve sua dívida perdoada agora resolve ser absolutamente incompreensivo. Recusa-se a dar um prazo para que o homem pudesse quitar a dívida e ainda mandou que o seu servo fosse lançado na prisão (vv.28-30). Os demais servos, ao sentirem-se revoltados pela atitude injusta do credor incompreensivo, levaram o assunto até o conhecimento do rei (v.31). O credor acaba então recebendo o castigo que merece (vv.32-34). Jesus termina com a advertência de que Deus fará o mesmo quando não perdoarmos cada um de nossos irmãos que nos ofendem (v.35).

II. EM CRISTO, DEUS PAGOU AS NOSSAS DÍVIDAS

1. Nossa dívida impagável. A Palavra de Deus deixa claro que o salário do pecado é a morte (Rm 6.23) e, do mesmo modo, ela ensina que todos somos pecadores (Rm 3.23). É bom lembrarmos que até mesmo nós, os que servimos a Cristo, outrora éramos mortos em delitos e pecados (Ef 2.1). É justamente por causa de nossos delitos e pecados que contraímos uma dívida impagável. Assim como aquele servo que devia dez mil talentos, nós não poderíamos pagar nossa dívida para com Deus. Essa dívida exigia um sacrifício de sangue, pois sem derramamento de sangue não há remissão de pecados (Hb 9.22). A única forma de pagarmos nossa dívida seria com o derramamento de sangue e, isso, exigiria a nossa própria vida. Portanto, nossa dívida para com Deus é impagável.

2. Deus pagou as nossas dívidas. O próprio Deus, que poderia ser o nosso credor eterno, providenciou uma forma para que pudéssemos “pagar” a nossa dívida. Ele enviou seu Filho na plenitude dos tempos (Gl 4.4), para que todo aquele que confessar o Nome do unigênito Filho de Deus não pereça, não morra, ou seja, não tenha de receber a justa retribuição pela imensa dívida do pecado (Gl 4.5). Ao morrer em nosso lugar na cruz do calvário, Cristo verteu o sangue necessário para a remissão de nossos pecados. Ali na cruz “havendo riscado a cédula que era contra nós”, Deus em Cristo pagou as nossas dívidas.

3. Nada pode nos condenar. Porque Deus, em Cristo, pagou as nossas dívidas, estamos livres da condenação do pecado. É a Bíblia que nos assegura que “nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm 8.1). No versículo seguinte, Paulo explica que, em Cristo Jesus, o Espírito de vida, “me livrou da lei do pecado e da morte”. Assim, porque a misericórdia é uma marca do ensino e do ministério do Senhor Jesus, podemos dizer que agora somos livres da condenação por tal grande misericórdia de Deus (Lm 3.22,23).

III. UMA VEZ PERDOADOS, AGORA PERDOAMOS 

1. Não endureça o coração. Se a misericórdia é uma marca do ministério de Cristo, deve ser também uma marca de seus seguidores. Por isso, no Sermão do Monte, a misericórdia é apontada como uma das características dos discípulos do Reino (Mt 5.7). Assim, não podemos endurecer o coração para com aqueles que nos devem, uma vez que Jesus jamais agiu dessa maneira. Antes, devemos tomar cuidado, pois a ênfase no juízo será proporcional à ênfase na misericórdia (Tg 2.13).

2. Devemos agir com misericórdia. O Reino de Deus não pode estar presente na vida da Igreja quando o mal não é combatido (Ef 5.11). A parábola, precedida pela pergunta de Pedro, ressalta a importância do exercício do perdão. Se Deus nos perdoou quando ainda éramos pecadores (Rm 5.8), não temos motivo algum para deixar de perdoar aqueles que nos ofendem. A misericórdia deve ser uma constante em nossas vidas. Devemos agir com todos de forma misericordiosa, fazendo com que isso predomine em nosso caráter como novas criaturas (2Co 5.17).

3. Devemos dar o presente que recebemos. Sabemos que todos os autênticos discípulos de Cristo receberam abundante perdão, graça e infinita misericórdia. E isso é um dom de Deus (Ef 2.4-8). É um presente do Pai para nós, que merecíamos a morte. Da mesma forma que recebemos tudo isso como presente de Deus, devemos presentearas pessoas com misericórdia e perdão (1Jo 3.16).

CONCLUSÃO

A parábola que estudamos, nesta lição, evita qualquer abuso ou presunção da graça que recebemos de Deus. Alguns, às vezes, querem apresentar um tipo de “graça” que não precisa ser levada muito a sério. Contudo, a Bíblia ensina a respeito de uma graça que é transformadora. Se você foi transformado por essa graça, conseguirá perdoar assim como foi e é perdoado por Deus, em Cristo Jesus.

Fonte: www.estudantesdabiblia.com.br

1º Adorai foi realizado pelos Adolescentes AD Içara

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Os Adolescentes da Assembleia de Deus em Içara (Adadi) promoveram a primeira edição do ADORAI. O encontro de louvores e palavra foi realizado na congregação de Presidente Vargas, no sábado, dia 10. Veja as fotos.

Na oportunidade além dos momentos de louvores e adoração, foram encenadas peças teatrais levando os adolescentes a uma consciência cristã, e ao papel que devam exercer dentro do Reino de Deus.

Marcou presença o 2º coordenador estadual de adolescentes, evangelista Adriel Lemos.

Para a coordenação do departamento, eventos como o ADORAI visam integrar cada vez mais os grupos de adolescentes, depertá-los para a obra de Deus e o comprimisso que cada um deve ter com Cristo.

Agenda AD Içara entre os dias 16 e 18 de novembro de 2018

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Na sexta, dia 16, ocorrerá a abertura do 24ª Congresso de Missões do Ceifeiros da Hora Final. O congresso continuará no sábado a noite. No domingo pela manhã ocorre uma Manhã Missionária com a formatura do curso de missões. No domingo a noite será o encerramento do evento missionário.

No domingo, o Discipulado AD Içara estará promovendo um almoço no Centro Comunitário do Cristo Rei.

Tenha um abençoado final de semana!

Mudanças de dirigentes nas congregações de Klima e Liri

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As congregações de Klima e Liri, ambas do setor de Marili, agora estão com novos dirigentes. No sábado (10) ocorreu a despedida do presbítero Ademar Pires da congregação do Klima, e a posse do Dc. Lucas Domingos.

Já no domingo (11), presbítero Ademar assumiu a AD Liri e presbítero Aristides Crispim teve sua despedida.

Ambos cultos de despedida e posse foram realizados pelo supervisor do setor e dirigente da AD Marili, evangeslista Silvio Faria.