Núcleo ADAD Vila nova realizou acampamento

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O grupo de Adolescentes que Amam a Deus (ADAD) Núcleo Vila Nova realizou a mais um acampamento nos dias 13 e 14 de janeiro. O acampadad foi montado na Associação Vila Içara, em Vila Nova, Içara. O treinamento contou com pelo menos 50 pessoas entre líderes e aspirantes adads. Veja as fotos.

Equipes foram formadas para a realização das provas. Atividades como confecção de bandeiras, grito de guerra, andar sobre uma ponte de cordas, realizar trilhas, provou a cada grupo participante.

Todas as atividades e provas realizadas são necessárias para a formação dos novos membros e aperfeiçoamento dos já integrantes.

A organização do evento teve a liderança do chefe Fabrício, responsável pelo núcleo, e supervisão do presbítero e sargento do corpo de bombeiros Eraldo Pereira.

Núcleo do ADAD Vila Nova realizará acampamento

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O núcleo de Vila Nova dos  Adolescentes que Amam a Deus (Adad) realizarão um acampamento nesse final de semana, dias 13 e 14 de janeiro. O acampamento do grupo ocorrerá na Vila Içara, em Içara.

O responsável pelo acampamento e líder do núcleo, Fabrício comenta que o acampamento é o ponto alto do aluno Adad. “Serão dois dias de muito empenho e dedicação para os aspirantes e alunos Adads. Todos colocarão em prática tudo que aprenderam no semestre. Durante nosso encontro teremos várias atividades: Ponte de três cordas, falsa-baiana, trilhas, tirolesa, palestras, etc”, destacou.

LIÇÃO 02 – Uma Salvação grandiosa | 14/01/2018

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INTRODUÇÃO

O autor dá início à seção de Hebreus 2.1-18 com uma forte exortação. Era necessário, por parte dos crentes maior firmeza em relação às coisas espirituais. O que o autor observava entre eles era certa letargia e negligência diante de um fato de tão grande importância como é a salvação. Nesse aspecto a resposta devia ser dada por meio do retorno às verdades anteriormente ouvidas e que haviam sido esquecidas. Isso era de suma importância porque evitava que algum deles viesse a se desviar. De fato, o vocábulo grego usado pelo autor — pararreo —, traduzido como “desviar”, significa originalmente “perder o rumo”. O termo era usado também em relação a um barco que acidentalmente era desancorado e lançado à deriva em alto mar. No pensamento do autor só havia uma maneira de manter-se no rumo certo: ancorando o barco no porto seguro, Jesus.

I. UMA SALVAÇÃO GRANDIOSA 

1. Testemunhada pelo Senhor. O autor faz um contraste entre as alianças do Sinai e do Calvário. Enquanto a Antiga Aliança foi intermediada por anjos (v.2), a Nova Aliança tinha Jesus, o Filho de Deus, como seu mediador. O autor, então, faz uma analogia entre as duas Alianças para que o contraste entre ambas fique bem definido. Foi Jesus, o Filho de Deus, e não os anjos, que anunciou essa tão grande salvação. Por serem mediadores da Lei, os anjos despertavam grande estima e respeito dos judeus por eles. Se uma Aliança firmada na Lei, mediada por anjos, imperfeita e transitória, requeria obediência por parte dos crentes, muito mais a Nova Aliança que é perfeita e eterna. Se quem não observava os princípios do Antigo Pacto, quebrando os seus preceitos, era punido de forma dura, que castigo merecia quem ultrajava a Nova Aliança, que em tudo era superior?

2. Proclamada pelos que a ouviram. Essa salvação grandiosa foi primeiramente anunciada pelo Senhor e, posteriormente, por “aqueles que a ouviram” (Hb 2.3). Fica evidente nesse texto que o autor não foi uma testemunha ocular dos feitos de Jesus, mas recebera a Palavra por meio dos que a “ouviram”. Mesmo não tendo recebido a Palavra de Deus diretamente do Senhor, o autor não tem dúvida que a mensagem apostólica era essencialmente a mesma Palavra de Deus. Esse fato deveria fazer com que os crentes fossem mais diligentes na observância dos preceitos neotestamentários. De fato, a palavra bebaioô, aqui traduzida como “confirmar”, tem o sentido de algo que transmite segurança e confiança. Em outras palavras, o que o Senhor anunciou e que, posteriormente, foi proclamado por testemunhas oculares, deve servir de fundamento da nossa fé.

3. Confirmada pelo Espírito Santo. A mensagem, que primeiramente fora anunciada pelo Senhor e testemunhada pelos que a ouviram, foi instrumentalizada pelo Espírito Santo. Nesse aspecto, as traduções — “distribuições feitas pelo Espírito Santo” ou “distribuições do Espírito Santo” (Hb 2.4) — expressam bem o que o autor quis dizer. O Espírito Santo é o agente por trás de cada milagre e sinal operados na história do povo de Deus, tanto do passado quanto do presente. O autor quer chamar a atenção de seu público leitor mais uma vez para a importância da mensagem recebida, ou seja, ela fora também testemunhada de uma forma concreta e palpável pelo Espírito Santo por intermédio da distribuição de seus muitos dons.

II. UMA SALVAÇÃO NECESSÁRIA

1. Por intermédio da humanização do Redentor. Na seção vv.5-9, o autor toma o Salmo 8 como pano de fundo de seu argumento (Sl 8.4-6). Nesse aspecto, ele segue a Septuaginta que usa o termo “anjo”, em vez do texto massorético, que traz a palavra “Deus”. Na mentalidade judaica, da qual o autor participa, o homem foi feito como coroa da criação e a ele foi confiado todo o domínio. Todavia, devido à queda, esse domínio fora perdido. Na mente do autor dessa Escritura, portanto, o Salmo 8 não pode se aplicar a Adão, nem tampouco a raça pós-queda, mas a Jesus, o Messias, que por meio da cruz, veio restaurar a humanidade caída.

2. Por meio do sofrimento do Redentor. Para um judeu do primeiro século era escandalosa a ideia de um Messias sofredor. Como então assegurar que Jesus era superior aos anjos se Ele morrera em uma cruz? O autor de Hebreus usa o versículo cinco do Salmo 8 para explicar esse aparente paradoxo. Sim, argumenta ele, Jesus de fato foi feito um “pouco” menor do que os anjos por causa da sua humanização. Os intérpretes entendem que as palavras “pouco” e “pouco tempo” (Hb 2.7,9) podem denotar posição ou tempo. Em outras palavras, Jesus se tornou “menor” que os anjos enquanto vivia os limites da condição humana e experimentou o sofrimento advindo desse estado de humilhação. Todavia, foi por meio deste mesmo sofrimento de Cristo que os homens tornaram-se livres.

3. Por intermédio da glorificação do Redentor. Na mente do autor, Cristo não sofreu para ser glorificado, mas Ele foi glorificado porque sofreu. Foi por intermédio do sofrimento que Ele foi “coroado de glória e de honra, […] para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos” (Hb 2.9). Para os crentes que viam no sofrimento algo incompatível com o viver cristão, e que, devido a isso estavam desanimados, essas palavras serviam de ânimo e consolo.

III. UMA SALVAÇÃO EFICAZ 

1. Vitória sobre o Diabo. Na conclusão de seu argumento o autor mostra os métodos e os resultados dessa grandiosa salvação. Para que a salvação se efetivasse o Salvador precisava sofrer e morrer pelos homens. Somente por meio da morte na cruz, o Diabo, arqui-inimigo dos homens, seria derrotado (Hb 2.14). O autor usa o verbo grego catargeo para se referir à derrota de Satanás. Esse verbo tem o sentido de “destronar” ou “tornar inoperante”. Por intermédio da cruz, Cristo destronou e desarmou Satanás das armas que este possuía. Foi na cruz que Ele despojou os principados e as potestades e nos garantiu a vitória (Cl 2.15).

2. Vitória sobre a morte. Com a entrada do pecado no mundo a morte passou a ser um inimigo temido. Essa arma poderosa era usada por Satanás para manter os homens debaixo do jugo do medo (Hb 2.15). Todavia, ao morrer na cruz por todos os homens, Jesus venceu a morte. Os homens continuam a morrer, mas os que o recebem como Salvador tem a vida eterna, pois a morte não tem mais domínio sobre eles.

3. Vitória sobre a tentação. Pela primeira vez na epístola o autor usa a denominação “sumo sacerdote” em relação a Jesus (Hb 2.17). O tema do sacerdócio de Cristo será explorado pelo autor com maior profundidade em passagens posteriores (Hb 3.1; 4.14-16; 5.1-10; 6.20; 7.14-19,26-28; 8.1-6; 9.11-28; 10.1-39). Todavia, aqui o seu uso é justificado no contexto da identificação de Jesus com seus “irmãos”, os salvos. Esse sumo sacerdote é misericordioso e fiel. Por ter assumido a natureza humana, e se identificado com os homens nos seus limites, Ele sabe o que é ser tentado e por essa razão está pronto a ajudá-los.

CONCLUSÃO

Por meio da sua humanização e humilhação Jesus se tornou o legítimo Sumo Sacerdote representante da humanidade. Os anjos de fato são seres especiais a serviço de Deus, entretanto, Jesus não veio socorrê-los, mas buscar a descendência de Abraão, os crentes. Por intermédio de seu sofrimento e morte, Ele pode dar vida aos que estão mortos.

Fonte: www.estudantesdabiblia.com.br

Vice-presidente AD Içara participou da troca de comando do 28º GAC

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A manhã de quarta foi marcada pela troca da liderança do 28º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) em Criciúma. Pastor Adilson Leonardo, vice-presidente, representou a Assembleia de Deus de Içara na solenidade.

Após dois anos na função o tenente coronel Marcio Cesar Ribas Cerqueira transferiu o comando ao tenente coronel José Ribamar Candido de Souza Neto. O ato de transferência de cargo foi efetivado pelo general de brigada Sérgio Luiz Tratz (No centro da foto).

No ato marcaram presença autoridades civis da região, entre elas o major Darci Rodrigues Júnior (responsável pela Polícia Militar de Içara, a esquerda na foto), amigos dos militares e familiares.

Amor e Ação realizou entrega de doações arrecadadas pelo Residencial Torres de Monet e Noite da Restauração do templo sede

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A Associação Beneficente Amor e Ação, entidade da Assembleia de Deus de Içara, realizou a entrega de brinquedos a crianças carentes do Residencial Dona Emma, localizado no bairro Tereza Cristina.

Na oportunidade também foram entregues cestas básicas arrecadadas pela Noite da Restauração com ajuda dos membros do templo sede AD Içara. Veja as fotos.

Os donativos foram arrecadados durante o mês de dezembro em caixa alocadas do Residencial Torres de Monet, região central da cidade.

Conforme o morador do residencial, Cristiano Medeiros, a iniciativa partiu dos residentes. “Foram colocadas duas caixas, uma cada torre, que além dos brinquedos entregues no Dona Emma, receberam cestas básicas e doces para as crianças, que foram entregues a outras entidades beneficentes”, explicou.