LIÇÃO 03 – Os Ministros do Culto Levítico | 15/07/2018

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INTRODUÇÃO

Nesta lição, veremos como se deu a chamada dos filhos de Levi para o ministério sacerdotal. Entre outras perguntas, responderemos a estas: Quem eram os levitas? E por que a sua chamada foi necessária? Veremos ainda como eles deveriam exercer o seu ofício.

À semelhança dos levitas, nós também fomos chamados a trabalhar na expansão do Reino de Deus. Nesse sentido, atuamos como nação santa, profética e sacerdotal, proclamando o Evangelho e intercedendo tanto pelos crentes quanto pelos que ainda não creem. Que o Espírito Santo nos ajude neste estudo.

I. LEVI, A TRIBO SACERDOTAL

Em primeiro lugar, vejamos quem foi Levi. Depois, constataremos quão zelosos foram os seus descendentes e como se deu a sua vocação ao ofício sagrado.

1. O nascimento de Levi. Ao dar à luz a Levi, declarou Lia: “Agora, esta vez se ajuntará meu marido comigo, porque três filhos lhe tenho dado” (Gn 29.34). Por isso, a esposa desprezada de Jacó foi impulsionada a dar o nome de Levi ao seu terceiro filho. E, de fato, os levitas sempre estiveram ligados ao Senhor. Foi assim que o menino passou a ser contado entre os patriarcas das doze tribos de Israel (At 7.8).

2. O zelo dos levitas. Levi, pelo que inferimos do texto sagrado, sempre teve uma postura zelosa e conservadora em relação à honra da família, haja vista o episódio envolvendo o estupro de sua irmã, Diná (Gn 34.25-31). Mais tarde, após a saída de Israel do Egito, os levitas juntaram-se a Moisés no combate à idolatria gerada pelo bezerro de ouro (Êx 32.26-28). Eram homens da maior firmeza (2Cr 26.17).

3. A vocação sacerdotal dos levitas. Não foi sem motivo que o Senhor escolheu a tribo de Levi como o berço de Moisés e Arão (Êx 6.14-27). De um lar tão piedoso, saíram homens e mulheres de comprovada piedade. Aliás, tinha o Senhor uma aliança particular com Levi e sua descendência (Ml 2.4,5).

Tendo em vista o caráter santo e distintivo da tribo de Levi, aprouve a Deus separá-la para o sacerdócio (Nm 3.45). Nesse processo, o Senhor apresentou os levitas como resgate de toda a nação de Israel. Ao invés de cada família entregar o seu primogênito ao serviço divino, a tribo de Levi foi apartada das demais para dedicar-se inteiramente a Deus (Nm 3.12). Os levitas, pois, foram concedidos como dons a Israel, assim como os obreiros de Cristo foram entregues com o mesmo objetivo à Igreja (Ef 4.8-12).

II. O SUMO SACERDOTE

O sumo sacerdote de Israel teria de ser, obrigatoriamente, descendente de Arão, ungido, vitalício e servo de Deus.

1. Descendente de Arão. O sumo sacerdote era o principal representante do culto divino no Antigo Testamento (Êx 28.1). Por essa razão, o Senhor exigia que ele proviesse de uma tribo específica, a de Levi, e de uma família ainda mais específica, a casa de Arão (Êx 6.16-23). Assim, duplamente separado, tinha condições de apresentar-se como a maior autoridade espiritual da nação; era o símbolo da plenitude espiritual requerida pelo Deus de Israel (Sl 133.1-3).

Constituído a favor dos homens nas coisas concernentes ao Altíssimo, o sumo sacerdote oferecia sacrifícios pelos pecados do povo (Hb 5.1). Portanto, ele fazia a intermediação entre o povo de Israel e o santíssimo Deus. Era sua responsabilidade também instruir o povo santo (Lv 10.10,11).

2. Ungido para o ofício. O Senhor determinou que o sumo sacerdote fosse ungido a fim de dignificá-lo como ministro extraordinário do culto divino (Êx 28.41; 29.1-7). Sob a unção divina, teria condições de tornar a nação israelita propícia diante do Santíssimo Deus (Hb 5.1).

3. Vitalício no cargo. A vitaliciedade do sumo sacerdócio está patente na história da família de Arão. Antes de este morrer, Moisés o desvestiu das roupas sacerdotais, para vesti-las em Eleazar, seu filho (Nm 20.23-29). Mais tarde o mesmo Eleazar seria substituído por seu filho Fineias (Js 24.33; Jz 20.28). Todavia, no tempo do Novo Testamento, a vitaliciedade já não era observada (Jo 11.49-51). Ao que tudo indica, havia um rodízio entre os principais membros da família de Arão (Lc 3.2).

4. Servo de Deus. Apesar da importância do cargo, o sumo sacerdote não era considerado infalível, nem estava acima da Lei de Deus. Sua obrigação era servir o altar e conservar-se puro, a fim de que o nome do Senhor fosse exaltado entre os filhos de Israel (Êx 28.43). O capítulo três de Zacarias descreve a dignidade do sumo sacerdote constituído sobre Israel.

III. DIREITOS E DEVERES 

Os descendentes de Levi, principalmente os da casa de Arão, deveriam observar estes direitos e deveres: viver do altar, santificar-se ao Senhor e ser uma referência moral, ética e espiritual.

1. Viver do altar. Já que os sacerdotes dedicavam-se ao ministério do altar, desse mesmo altar deveriam viver (Lv 7.35). Portanto, não tinham eles direito a qualquer herança territorial entre os seus irmãos, porque a sua herança e porção era o Senhor (Nm 18.20). Moisés, porém, divinamente instruído, destinou-lhes cidades estratégicas por todo o Israel (Nm 35.8). Algumas delas serviam também como refúgio aos que, acidentalmente, matavam alguém (Nm 35.6).

2. Santificar-se ao Senhor. Em virtude de seu ofício, os sacerdotes deveriam erguer-se, em Israel, como referência de santidade e pureza. O sumo sacerdote, por exemplo, tinha de ostentar uma faixa de ouro, em sua mitra, na qual estava escrito: “Santidade ao Senhor” (Êx 28.36). Caso o sacerdote profanasse o seu ofício, seria punido com todo o rigor (Lv 10.1-3).

3. Tornar-se uma referência espiritual e moral. Os sacerdotes, por serem responsáveis pela aplicação da Lei de Deus, tinham a obrigação de ser uma referência espiritual, moral e ética para os filhos de Israel (Ml 2.1-10). Os filhos de Eli, em consequência de seu proceder, tornaram-se um péssimo exemplo aos israelitas. E, por causa disso, Deus os matou (1Sm 2.25). Andemos, pois, em santidade e pureza diante do Senhor, pois Ele continua a exigir santidade de todo o seu povo (1Pe 1.15).

CONCLUSÃO

O sacerdócio levítico era glorioso; seus membros eram considerados príncipes de Deus (Zc 3.8). Todavia, o Senhor Jesus Cristo é superior ao sacerdócio levítico, pois é eterno (Sl 110.4; Hb 7.13-17). Quanto a nós, somos uma nação santa, profética e sacerdotal, pois recebemos a incumbência de proclamar o Evangelho e interceder pelos que perecem (1Pe 2.9). Portanto, sirvamos ao Senhor com todo o nosso ser, para que, através de nossa vida, venha o Reino de Deus a este mundo que jaz no Maligno.

Fonte: www.estudantesdabiblia.com.br

Umadescp Estadual realizará Conferência Influência

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A União de Mocidade da Assembleia de Deus de Santa Catarina e Sudoeste do Paraná promoverá nos dias 25 e 26 de agosto a Conferência Influência 2018. O evento ocorrerá no Centreventos da cidade de Piratuba/SC.
Estarão ministrando pastor Luaran Lins (Maranhão) e pastor Linderson Teixeira (Santa Catarina).

INVESTIMENTO é de R$ 30 por pessoa com pagamento no dia do evento e INSCRIÇÃO ON-LINE.

As HOSPEDAGENS podem ser realizadas diretamente com a Assembleia de Deus em Piratuba pelo (49) 99969-3116 (Pastor Gilvani Silva).

   

Agenda AD Içara para os dias 14 e 15 de julho de 2018

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Neste sábado e domingo o templo sede recebe os congressos gerais dos jovens e adolescentes.

No final de semana a congregação de Tereza Cristina está realizando o congresso do Círculo de Oração.

O Ceifeiros da Hora Final estará promovendo no domingo um almoço missionário no Centro Comunitário do bairro Cristo Rei.

Tenha um abençoado final de semana!

Reunião de obreiros de julho apresentou novos pastores

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A Assembleia de Deus de Içara realizou a reunião geral de obreiros na segunda, dia 09. Na oportunidade o presidente, pastor Cirço de Lima apresentou ao corpo de obreiros os novos pastores. Veja as fotos.

Evangelistas Marco Antonio, Jefferson de Bem e Rasquim Teixeira foram ordenados ao pastorado em culto realizado na 82ª Assembleia Geral Extraordinária da Convenção Estadual (Ciadescp), na noite de quinta, dia 05 de julho. Juntamente com missionário Willian Dionisio (Paraguai) ordenado na Convenção de fevereiro, receberam o certificado das mãos do presidente na reunião local.

Na reunião pastor Edson Cardoso, coordenador das missões Ceifeiros da Hora Final explanou sobre as ações do departamento.

Evangelista Silvio Faria, diretor da teologia na AD Içara lembrou sobre a realização do Seminário Teológico para Obreiros. “Entre os dias 21 e 23 de setembro estará conosco os pastores Alan Brizotti e Joel Paulino”.

No encontro foram apresentados novos obreiros e informado aos dirigentes as datas de reunião dos departamentos de campo.

AD Içara promoveu evangelismo na praça

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A Assembleia de Deus de Içara através dos departamentos Ceifeiros da Hora Final, Escola Bíblica Dominical e Crianças (Templo Sede) realizaram um evangelismo em conjunto na praça central e principais pontos do comércio da cidade, no sábado, dia 07. Veja as fotos.

A ação ocorreu no período da tarde levando mensagens bíblicas através de faixas, cartazes e panfletos entregues as pessoas que circulavam pela região.  Uma tenda foi montada e todos que por ali passavam recebiam as orações dos obreiros.

Um culto encerrou a atividade na praça da matriz. Momentos de louvores, oração e ministração da palavra de Deus resultaram em três conversões.

 

LIÇÃO 02 – A beleza e a glória do culto levítico | 08/07/2018

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INTRODUÇÃO

O que é o culto divino? Não é fácil responder a essa pergunta, pois, no ato da adoração ao Deus Único e Verdadeiro, temos de evitar dois extremos: a informalidade profana e indecente, e o ritualismo que mata o genuíno culto bíblico. Por esse motivo, o Senhor deixou à congregação israelita, nos livros de Êxodo e de Levítico, ordenanças e instruções quanto à essência de seu culto.

Tendo como exemplo a consagração do Santo Templo, em Jerusalém, mostraremos, nesta lição, a beleza e a glória do culto levítico. Que a nossa adoração a Deus conte, igualmente, com a presença do Espírito Santo em todos os atos. Sem a glória de Deus, nenhum culto tem validade.

I. O CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO

Vejamos o que é o culto divino e o seu desenvolvimento na era patriarcal, no período de Moisés, no tempo de Davi e de Salomão, e após o cativeiro babilônico.

1. Definição. O culto divino é o serviço amoroso, voluntário e exclusivo que Deus requer de cada uma de suas criaturas morais (anjos e homens), mui particularmente de Israel, no Antigo Testamento, e, agora, da Igreja, para que todos, em todos os lugares e tempos, glorifiquem-no como o Criador, Senhor e Mantenedor de todas as coisas (Sl 100.1; Ap 14.7).

2. Na era patriarcal. O primeiro grande patriarca a prestar culto a Deus foi Noé (Gn 8.20). Abraão, Isaque e Jacó também construíram altares para adorar ao Senhor, que os chamara a constituir a nação profética, sacerdotal e real por excelência (Gn 12.7; 26.25; 35.1-7).

3. No período de Moisés. Deus, através de Moisés, entregou ao seu povo leis e instruções para que o seu culto passasse da informalidade a uma etapa mais teológica, litúrgica e congregacional (Êx 12.21-26). A partir daí, estabeleceram-se as festividades sagradas como a Páscoa e o Dia da Expiação (Êx 12.14,20; Lv 23.27,28). Agora, não somente as famílias, mas todo o povo é intimado a cultuar ao Senhor.

4. No tempo de Davi e Salomão. Até a ascensão de Davi, como rei de Israel, a música não era utilizada no culto divino. O cântico de Miriã e o de Débora constituíam manifestações espontâneas que precederam a inserção da música na liturgia do Santo Templo (Êx 15.20,21; Jz 5). Mas, com o rei Davi, que também era profeta, salmista e músico, a celebração oficial ao Senhor foi enriquecida com a formação de coros e instrumentos musicais (1Cr 15.16). Buscando sempre a excelência do culto divino, o rei Davi inventou e fabricou diversos instrumentos musicais (1Cr 23.5; 2Cr 7.6).

Salomão dedicou-se igualmente ao enriquecimento litúrgico e musical na adoração divina (2Cr 5.1-14). No auge do Santo Templo, a liturgia hebreia impressionava por sua beleza e arte (2Cr 5.13). Ezequias também destaca-se pelo zelo ao culto do Senhor (2Cr 29.26-28).

5. Após o cativeiro babilônico. Em 586 a.C., os judeus foram levados em cativeiro à Babilônia, onde permaneceram 70 anos (Jr 25.11,12). Nesse período, pelo que inferimos do Salmo 137, a adoração divina foi praticamente esquecida. Mas, com o retorno a Jerusalém, os repatriados, incentivados por Esdras e Neemias, reavivaram o culto levítico (Ne 12.22-30).

II. OS ELEMENTOS DO CULTO LEVÍTICO 

A fim de mostrarmos a beleza e a glória do culto divino no Antigo Testamento, tomemos como exemplo a consagração do Santo Templo, pelo rei Salomão, em Jerusalém.

1. Sacrifícios. O culto inaugural do Santo Templo, que teve início com a chegada da Arca Sagrada, foi marcado por uma grande quantidade de sacrifícios de animais (1Rs 8.5) — cf. Lv 1. De forma sem igual, o rei Salomão e todo o Israel demonstraram sua ação de graças ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó.

2. Cânticos. Em seguida, os cantores e músicos puseram-se a louvar ao Senhor, entoando provavelmente os cânticos que Davi e outros salmistas haviam composto (2Cr 5.12,13).

3. Exposição da Palavra. Logo após. Salomão dirigiu-se ao povo, fazendo uma síntese da História Sagrada até aquele instante. Ele mostra a clara intervenção de Deus em cada etapa da existência de Israel (2Cr 6.1-13).

4. Oração. O rei dirige-se, agora, a Deus em oração, agradecendo-o por aquele momento, e intercede não só por Israel, mas pelos gentios que, ouvindo acerca da intervenção divina na vida de seu povo, para ali acorreriam (2Cr 6.32,33).

5. Leitura da Palavra. Após o cativeiro babilônico, já no tempo de Esdras e Neemias, a Palavra de Deus começou a ser lida publicamente como parte da liturgia do culto (Ne 8.1-8). Nesse período, os sacerdotes puseram-se também a explicar a Lei ao povo de Deus. Antes disso, a leitura das Escrituras limitava-se aos montes Gerizim e Ebal (Dt 29).

6. Bênção. O culto levítico era encerrado com a bênção araônica (Nm 6.22-26). Ao serem assim abençoados, os filhos de Israel conscientizavam-se de que eram propriedade particular do Senhor (Êx 19.5).

III. FINALIDADES DO CULTO LEVÍTICO

O culto levítico, no Antigo Testamento, tinha quatro finalidades básicas: adorar a Deus, reafirmar as alianças divinas, professar o credo mosaico e aguardar o Messias. Era uma celebração teológica e messiânica.

1. Adorar ao Único e Verdadeiro Deus. Ao reunir-se para adorar a Deus, a comunidade de Israel demonstrava duas coisas: a aceitação do Único e Verdadeiro Deus e a rejeição dos deuses pagãos (Lv 19.4; Sl 86.10; 97.9). Enfim, o culto afastava os israelitas da idolatria e aprofundava sua comunhão com o Senhor (Sl 96.5). Esse era o teor dos cânticos congregacionais do Santo Templo.

2. Reafirmar as alianças antigas. No culto levítico, os filhos de Israel professavam as alianças que o Senhor firmara com Abraão, Isaque, Jacó e Davi (Lv 26.9,45). Já em seus cânticos, reafirmavam a fé na presença de Deus em sua vida familiar e comunal (Sl 47.9), como mostra o Salmo 105.

3. Professar o credo divino. Em seus cultos, os israelitas, guiados pelo ministério levítico, professavam o seu credo: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor” (Dt 6.4). Nesta sentença resume-se toda a teologia do Antigo Testamento. Que a Igreja de Cristo recite a doutrina divina.

4. Aguardar o Messias. No livro de Salmos, há uma elevada cristologia, que descreve a paixão, a morte, a ressurreição e a glorificação do Senhor Jesus Cristo como Rei dos reis (Sl 22.1-19; 16.10; 110.1-4; 2.1-8). Um israelita crente, e predisposto a servir a Deus, jamais seria surpreendido com a chegada do Messias, pois o culto levítico era essencial e tipologicamente cristológico (Lc 2.25-35).

CONCLUSÃO

Os filhos de Israel não souberam cultuar a Deus como Ele o requer de cada um de nós. Por isso, deixaram-se contaminar pelo formalismo. Apesar de sua rica e significativa liturgia, adoravam a Deus apenas com os lábios, pois o seu coração achava-se distante do Deus de Abraão (Is 29.13). Então, adoremos a Deus em espírito e em verdade (Jo 4.24). Apresentemos ao Senhor o nosso culto racional (Rm 12.1-3).

Quando cultuamos verdadeiramente a Deus, sua glória jamais nos faltará (Lv 9.23,24).

Fonte: www.estudantesdabiblia.com.br

AD Içara tem novos pastores

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A Assembleia de Deus de Içara agora conta com mais três pastores. Evangelistas Marco Antonio, Jefferson de Bem e Rasquim Teixeira foram ordenados ao pastorado em culto realizado na 82ª Assembleia Geral Extraordinária da Convenção Estadual (Ciadescp), na noite de quinta, dia 05 de julho. Veja as fotos.

Na oportunidade os obreiros da AD Içara foram acompanhados de suas esposas ao culto que ocorreu no Centreventos da cidade de Piratuba. A ordenação contou também com presbíteros que foram ordenados ao ministério de evangelista.

Pastor Cirço de Lima, presidente da igreja, participou do culto abençoando a nova etapa ministerial dos obreiros.

Pastor Marco Antonio é obreiro integrado, dirigente do setor de Vila Nova e tesoureiro da igreja. Pastor Jefferson de Bem é obreiro itinerante, pastor auxiliar e promotor de missões no templo sede. Pastor Rasquim Teixeira é obreiro itinerante, pastor auxiliar no templo sede e jurídico da AD Içara.