Culto da Virada e Ceia foi celebrado no Templo Sede AD Içara

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O Templo Sede da Assembleia de Deus de Içara estava repleto de pessoas na última noite de 2018. O Culto da Virada e Ceia do Senhor foi iniciado às 21:30h. Na oportunidade foram entoados louvores pela Orquestra Celebração, pelo Ministério de Louvor Restauração, entre outros. Veja as fotos.

Evangelista José Reginaldo, líder do templo sede realizou as apresentações. Alguns líderes de departamento também puderam agradecer pelo ano e felicitar um próspero ano novo a toda igreja.

O Círculo de Oração Feminino e a Orquestra Celebração entoaram um louvor em conjunto.

Já na última hora do ano o pastor presidente da igreja, Pr. Hebrom Mussini iniciou a ministração da palavra de Deus. Na sequência, nos minutos finais do dia 31, todos se colocaram de joelhos em oração até o momento do início do ano novo.

Nos primeiros minutos do ano novo a Orquestra Celebração entoou uma canção e em seguida foi celebrada a ceia entre os membros em comunhão.

Ano novo, nova chance

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Cada novo ano que Deus nos dá é uma nova oportunidade, uma nova chance para realizar muitas coisas, completar outras tantas e consertar muitas outras.

É uma nova oportunidade para corrigir velhos erros. Às vezes existem em nossa vida velhos pecados, vícios ou manias que precisam ser abandonados. Aproveitemos a chegada de um novo ano para fazer um propósito de abandonar de vez essas coisas. Peçamos ao Senhor que nos dê poder para derrotá-las em nossas vidas, e assim andar mais perfeitamente na sua presença.

É uma nova oportunidade para completar velhos trabalhos ou planos, para realizar aqueles propósitos que fizemos no passado e ainda não levamos a efeito (por exemplo: aquela leitura de toda a Bíblia que você começou, mas, por uma razão qualquer, não continuou). Se nos sentarmos para fazer uma lista, descobriremos muita coisa que precisa ser terminada. Aproveitemos o novo ano para encerrar as tarefas iniciadas no passado.

É uma nova oportunidade para realizar velhos sonhos: fazer um curso, comprar ou construir uma casa, fazer uma viagem, casar-se, etc. Sonhar não é proibido e não custa nada, mas para que os sonhos se tornem realidade é preciso fé, vontade e muito trabalho. Resolva que neste novo ano você vai buscar em Deus a realização dos seus sonhos, e decida lutar e trabalhar por eles.

Mas trata-se também de uma oportunidade para fazer novos propósitos e planos. Pense naquelas coisas que você nunca fez e naquelas que nunca fizeram parte dos seus sonhos. Reflita sobre o que Deus espera de você. E então inclua entre as tarefas pelo menos algumas novas, que você precise ou deseje fazer para Deus, para os outros ou para si mesmo.

Na sua misericórdia, Deus tem sido paciente conosco e ainda nos permite viver e ver aquilo que ainda não experimentamos ou não conseguimos, porém é preciso que saibamos que tudo deve ser feito em nome de Jesus Cristo e para a glória de Deus Pai.

E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.  (Cl.3.17)

Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus. (I Co.10.31)

Cada novo ano deve ser vivido de tal maneira que, ao olhar para trás, não possamos considerá-lo como perdido, mas sim, como um período proveitoso e abençoado de nossa vida

Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios. (Sl.90:12).

Pr. Sylvio Macri

LIÇÃO 13 – A humildade e o Amor desinteressado| 30/12/2018

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INTRODUÇÃO

Jesus contou a parábola dos primeiros assentos, ou lugares de honra, e dos convidados, ao participar de uma refeição na casa de um fariseu. Ele instruiu a todos acerca da humildade e do perfil das pessoas que devem ser convidadas para ocasiões especiais. O verdadeiro objetivo do fariseu, e de seus companheiros, era encontrar algo em Cristo que pudesse condená-lo. Na ocasião, Jesus observou o perfil dos convidados e notou que eles buscavam escolher os primeiros lugares. Foi a partir dessa observação, e também do perfil dos convidados, que o Mestre contou essa curta, mas instrutiva, parábola.

I. INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DOS PRIMEIROS LUGARES E DOS CONVIDADOS 

1. O dia, a ocasião e o local. O dia, a ocasião e o local onde essa parábola foi contada são três pontos importantes para se entender sua importância. No início do capítulo somos informados que, num sábado, Jesus fora comer na casa de um dos chefes dos fariseus e deparou-se com um homem hidrópico (Lc 14.1,2). Após provocar os fariseus que ali estavam, Jesus curou o enfermo e ele se foi (Lc 14.3,4). O Mestre então revelou que os religiosos que se encontravam ali faziam determinados trabalhos que eles julgavam importantes em dia de sábado (Lc 14.5), e que curar o homem, sem importância para eles, certamente era lícito, por isso, “nada lhe podiam replicar sobre isso” (Lc 14.6). Uma vez que se tratava de uma refeição, era comum, em ocasiões como essa, haver uma distribuição especial de lugares para os convidados que, normalmente, se assentavam ao redor de uma mesa quadrangular, cuja posição central era ocupada pelo anfitrião, e, bem próximo a ele, isto é, à esquerda e à direita, posicionavam-se os convidados mais distintos. Era costume um convidado ser honrado pelo dono da festa. Desejar esta homenagem não era algo errôneo, porém, na ansiedade de buscar tal honraria, muitos se excediam, demonstrando ausência de humildade e desejo por reconhecimento humano.

2. A parábola. É com este contexto em mente que devemos estudar a parábola dos primeiros assentos e dos convidados. Havia dois objetivos por parte do Senhor. Primeiro, Ele procurava ensinar aos convidados e, ao mesmo tempo, os seus discípulos e a todos os que o aceitam, acerca de não se buscar lugares de honra, pois no Reino de Deus servir é mais importante do que ocupar uma posição. Segundo, ao curar o hidrópico, Jesus instruía ao anfitrião, e a todos nós, que não devemos ser seletivos quanto aos convidados para uma ocasião especial, pois assim como Deus aceita a todos, devemos ser prestativos e servir a todos, pois se atendermos pessoas abastadas, elas vão querer nos retribuir, e isso será a nossa recompensa (v.12).

3. Os grandes ensinamentos da parábola. Os ensinamentos de Jesus para os convidados não são uma série de bons conselhos sobre etiqueta social, mas lições com significado prático-espiritual. Por isso, esta última lição visa conscientizar-nos de nossa postura enquanto discípulos de Cristo, destacando a importância de, na prática, demonstrarmos o quanto vivemos sob uma forma diferente da do mundo (Rm 12.2; Mt 20.17-28).

II. AS GRANDES LIÇÕES DA PARÁBOLA E A INVERSÃO DA LÓGICA HUMANA 

1. A primeira grande lição da parábola. Esta parábola ensina, acima de tudo, a humildade como marca de um verdadeiro seguidor de Cristo (Lc 9.23,24). Jesus instrui que é prudente a qualquer convidado ocupar sempre o lugar de menor destaque à mesa, e que esse comportamento deve ser sincero, pois cabe ao anfitrião a prerrogativa de julgar quem deve ser reconhecido (vv.8,9). A lição está na ideia de que ocupar de forma espontânea uma posição humanamente inferior ensejava a oportunidade de se experimentar algo realmente honroso, ou seja, ao portar-se de maneira humilde o convidado poderia ser honrado com naturalidade, uma vez que, se fosse chamado a ocupar um lugar à frente, se destacaria em relação à posição em que se encontrava (v.10). Ao contrário, se caso se colocasse num local de destaque, sem ter sido convidado para isso, experimentaria o caminho da vergonha, sendo removido para dar lugar a alguém que o anfitrião julgasse merecedor e digno daquela honra (vv.8,9).

2. A segunda grande lição da parábola. Além da sensatez que faz a opção pela humildade, Cristo ensina nesta parábola que se formos dar um jantar devemos convidar e acolher os menos favorecidos (v.13). A ênfase da segunda grande lição ensinada por Cristo mostra que as ações devem ser praticadas sem esperar reciprocidade alguma (v.12). Tais práticas devem nortear os pensamentos dos verdadeiros seguidores do Mestre, pois Ele mesmo assim vivia e praticava boas ações com espírito humilde e amor desinteressado (Mt 20.28; Jo 10.17,18; 15.13). Este ensinamento de Cristo, naturalmente, não se refere apenas ao ato de convidar alguém para jantar, mas diz respeito a todas as atividades que são realizadas em favor de algum próximo que não tem como nos retribuir (Mt 25.34-40).

3. A lógica do Reino é diferente da humana. As duas grandes lições da parábola dos primeiros assentos e dos convidados desafiam a lógica humana, pois nesta prevalecem os adágios e as estratégias oportunistas, mas na lógica do Reino tudo é diferente (Mt 20.25-28 cf. v.11). De igual forma, devemos ajudar os que não têm condições, pois estes geralmente são esquecidos, pois não tendo nada a oferecer, acabam abandonados. O Senhor, porém, ensina que quando formos realizar algo assim, devemos convidar “os pobres, aleijados, mancos e cegos” (v.13), pois estes não têm como nos “recompensar” (v.14). Isso, porém, não significa que ficaremos sem recompensa.

III. A RECOMPENSA DA HUMILDADE E DO ALTRUÍSMO 

1. Humildade e altruísmo. Nesta parábola Cristo nos ensina o cultivo da humildade e do desprendimento — também conhecido como amor desinteressado ou altruísmo —, como características indispensáveis ao verdadeiro cristão. Mais do que uma lição de educação humana, Cristo fala sobre o privilégio que possuímos de servir e não de sermos servidos (Mc 10.45), exultando o serviço ao próximo não por vanglória, mas por dedicação pessoal e altruísmo (Pv 18.12; Rm 12.9,10; Fp 2.3-11).

2. Amor, a palavra-chave do altruísmo. Atualmente a palavra amor está desgastada, pois muitos “amam” apenas de lábios, mas não de verdade (1Jo 3.18). O texto bíblico, porém, é bastante enfático: “O amor não seja fingido” (Rm 12.9a). O amor é a palavra-chave do altruísmo, pois este só pode ser praticado em amor e, por sua vez, o amor só pode ser revelado na prática (Tg 2.15-17; 1Jo 3.17).

3. A recompensa. Retribuir uns aos outros não é altruísmo, mas ajudar aos que estão necessitados certamente o é, pois isso trará grande recompensa (vv.12b,14; Mt 10.40-42). Ninguém que ajude e estenda a mão aos necessitados ficará sem retribuição da parte do Senhor (Mt 25.34-40).

CONCLUSÃO

Jesus aconselhou as pessoas a não se apressarem a ocupar os melhores lugares em um banquete. Entretanto, hoje muitos estão ansiosos por elevar a sua posição social. A quem você procura impressionar? Em vez de buscar prestígio, procure um lugar onde você possa servir. Se Deus quiser que você o sirva em uma escala maior, Ele mesmo o convidará a ocupar uma posição elevada.

Fonte: www.estudantesdabiblia.com.br

ADAD abrirá matrículas a partir de janeiro

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O grupo de Adolescentes que Amam a Deus (ADAD) estará com matrículas abertas para novos integrantes a partir do mês de janeiro de 2019.

Atualmente o ADAD Içara conta com dois núcleos, sendo eles, um na Vila Nova e outro no Monte Alegre.

Para se inscrever basta entrar em contato através do telefone (48) 99806-6579 ou através do https://www.facebook.com/adadadicara

Feliz Natal e um próspero 2019

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Eu, pastor Hebrom Evandro Mussini e minha família, desejamos a todos um feliz Natal repleto de bons sentimentos, de muito amor, compaixão pelo próximo, enfim, lembrar o real motivo da celebração da data, que é o nascimento do nosso Salvador Jesus Cristo.

Também quero que 2019 seja um ano de muitas conquistas e vitórias na sua vida material e espiritual. Que diante das dificuldades possamos confiar e repousar no nosso refúgio que é Deus, e que quando as vitórias surgirem possamos dar honra e glória para Aquele que nos concedeu essa graça.

Um Feliz Natal e um próspero 2019 em Cristo Jesus!

LIÇÃO 12 – Esperando, mas trabalhando no Reino de Deus | 20/12/2018

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INTRODUÇÃO

A parábola dos talentos retrata um senhor que viaja para fora do país e deixa suas posses sob a responsabilidade de seus servos. Enquanto ele estiver ausente, os servos deverão negociar os seus bens para obter lucro. No dia que o senhor voltar, eles deverão prestar contas. A referência sobre o longo tempo de duração da viagem (Mt 25.19) desperta a questão a saber quem estará pronto para o retorno do senhor.

Assim, uma das grandes lições da parábola dos talentos está na importância de se “remir” o tempo, de maneira sábia, antes que Cristo volte. Não se trata de uma espera desinteressada, pois exige de cada um de nós, seus servos, que levemos adiante a tarefa de cuidar dos “bens” e tiremos o máximo proveito da oportunidade que nos foi confiada. Estar preparado para a volta de Jesus significa também comprometer-se com a tarefa que nos foi designada pelo Senhor (Lc 19.13b).

I. INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DOS DEZ TALENTOS

1. O contexto da parábola. A maioria dos estudiosos enfrenta dificuldade para explicar o contexto da parábola dos talentos, pois se trata de uma narrativa que expõe uma realidade econômica muito distinta da nossa. Um ou outro arriscou uma explicação dizendo que o procedimento adotado pelo senhor da parábola era uma das formas que as pessoas de posse adotavam quando se ausentavam por um longo período de tempo. No entanto, tal explicação não é o mais importante, e sim a sua mensagem.

2. Conhecendo o sistema financeiro da época. Os estudiosos destacam ainda que embora Jesus usasse, via de regra, em suas parábolas, imagens da vida no campo, dos trabalhadores braçais e até da família, nesta o Senhor tomou exemplos do sistema financeiro, pelo fato de que, naquela época, tal sistema era um assunto corriqueiro e criticado entre as pessoas. Assim, ainda que elas não tivessem posses e fossem pobres, sabiam desse sistema e entendiam também que as pessoas que tinham muito dinheiro eram as que possuíam maiores condições de multiplicar seus bens. Uma vez que desde sempre os juros de empréstimos são elevados, certamente talvez, por isso, os servos bons e fiéis tenham atuado, eles mesmos, como banqueiros, emprestando o dinheiro a altos juros e realizando grandes negócios (v.27).

3. A motivação e o significado da parábola. Pelo contexto escatológico em que foi contada, muito provavelmente a parábola dos talentos tem como finalidade retratar o período que abrange desde a ascensão de Jesus até sua segunda vinda e foi dirigida aos seus discípulos com o objetivo de alertá-los a ter uma vida pautada nos valores do Evangelho (Mt 25.13-15). O homem rico a quem os servos se referiram como “senhor” que iria partir é uma representação do Senhor Jesus Cristo. A viagem a um país distante se refere à sua partida para o céu, após a sua ascensão. Os servos eram, inicialmente, os doze discípulos a quem Jesus dirigiu a parábola, e num sentido mais amplo, refere-se a todas as pessoas nascidas de novo. Os talentos são os dons que o Senhor entregou aos seus servos. Inclusive, a nossa palavra “talento”, com o sentido que conhecemos, vem desse uso que o Mestre fez da expressão. A volta do senhor dos talentos seria o equivalente à segunda vinda de Cristo, enquanto a recompensa, ou o castigo, seriam uma representação do destino dos salvos e dos não-salvos (vv.20-27). A aprovação elogiosa que o senhor fez aos servos, no seu retorno, refere-se aos galardões que se podem esperar do julgamento das obras no Tribunal de Cristo (2Co 5.10). Já a condenação do servo que negligenciou sua responsabilidade em relação ao talento, é uma advertência contra o não uso, ou o uso indevido dos dons (vv.28-30 cf. Mt 7.21-23).

II. USANDO A NOSSA CAPACIDADE PARA O REINO DE DEUS

1. O Senhor reparte seus talentos segundo a nossa capacidade. A parábola dos talentos nos ensina uma grande verdade sobre o nosso potencial, isto é, a aptidão e a possibilidade que cada um possui de realizar uma tarefa. Por isso, o texto fala que a quantidade de talentos foi repartida “a cada um segundo a sua capacidade” (v.15). Deus não concede um talento a uma pessoa sem que esta tenha condições de desenvolver e nem requer de alguém uma tarefa para a qual não a tenha chamado. Qual é o seu talento? Qual é a sua capacidade? Contente-se com o seu talento, pois você o recebeu do Senhor de acordo com a sua capacidade. A esse respeito, a parábola mostra a diferença de responsabilidade, pois diferimos uns dos outros na quantidade de dons recebidos. Note que, apesar de os servos terem recebido uma quantidade diferente de talentos, que foram distribuídos de acordo com a capacidade pessoal de cada um, a recompensa pela dedicação de cada um deles à tarefa foi igual.

2. A capacitação do homem por Deus. Desde o livro de Êxodo, a Bíblia apresenta o agir de Deus na vida de homens com a finalidade de capacitá-los para o exercício de uma atividade (35.30-35). O texto fala da capacitação divina a Bezalel e a Aoliabe, dizendo que Deus lhes deu habilidade para fazerem trabalhos manuais e engenhosos específicos, além de capacidade para criar “invenções”. Diante da grande tarefa que tinha diante de si em liderar o povo de Deus, apesar de ter sido escolhido para desempenhar tal papel, Salomão pede ao Senhor que lhe dê sabedoria (1Rs 3.6-9). Assim também o apóstolo Paulo reconhece, de forma humilde, que não somos “capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus” (2Co 3.5). Esta é a atitude que se espera de quem realmente tem um chamado da parte de Deus: Reconhecer que a nossa capacidade vem de Deus.

3. O acerto de contas. A responsabilidade de desempenhar uma missão na obra de Deus é de tal envergadura que a parábola que estamos estudando fala do acerto de contas dos servos de Deus, com o seu Senhor, e mostra algumas verdades interessantes. Entre elas a de que os homens podem até receber dons desiguais, mas devem desenvolvê-los e entregá-los com a mesma diligência, pois os que fizerem a vontade do seu senhor receberão a mesma remuneração (vv.21,23). De igual forma, o negligente, independentemente do quanto recebeu, pela sua maneira de lidar com o talento, também será punido (vv.28,30).

III. TRABALHANDO ATÉ O SENHOR VOLTAR 

1. Usando os talentos segundo a nossa capacidade. Assim como a distribuição dos bens foi proporcional à capacidade de cada um dos servos, de igual maneira, espera-se que a sua utilização obedeça à mesma regra, ou seja, os talentos devem ser usados de acordo com a capacidade de cada um. A respeito do trabalho com a expansão do Reino de Deus, o Senhor reparte talentos segundo a nossa capacidade e os requer na mesma medida, pois “a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá” (Lc 12.48b). Cientes de sua obrigação, os dois primeiros servos, não sabendo quanto tempo o seu senhor estaria ausente, tão logo ele se foi, começaram a negociar imediatamente e empregaram seus talentos, ou seja, eles negociaram e não descansaram enquanto não dobraram o que tinham recebido (vv.20,22). Em ambos os casos os talentos foram devidamente empregados. Se o servo que recebera um talento tivesse feito o mesmo, certamente o seu desempenho seria semelhante (vv.26,27).

2. A advertência de que haverá uma prestação de contas. Por mais que tenha demorado, “o senhor daqueles servos” voltou e chamou-os para ajustar “contas com eles” (v.19). De modo semelhante, Cristo não nos chamou para que fiquemos ociosos, pois Ele chamará cada um a prestar contas de seu trabalho na obra de Deus (Lc 12.48b; 2Co 5.10). A parábola nos adverte para o fato de que recebemos algo de Cristo, ou seja, dons e talentos, com a finalidade de trabalharmos para Ele, pois a “manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil” (1Co 12.7). É necessário atentar para esta verdade, pois o dia de prestar contas chegará e todos seremos examinados.

3. Recompensa no Tribunal de Cristo. Além de ser uma responsabilidade, trabalhar no Reino de Deus é um privilégio. Os elogios que o senhor fez aos servos no seu retorno (vv.21,23) lembram dos galardões que, como seus servos, podemos esperar no dia do julgamento de nossas obras no Tribunal de Cristo (1Co 3.12-15 cf. 2Co 5.10). Alegremo-nos com essa verdade.

CONCLUSÃO

Uma vez que Jesus não estabeleceu uma data para a sua volta, Ele pode vir a qualquer momento (Mt 24.36; Mc 13.32; At 1.7). Todavia, sempre há tempo suficiente, antes que Cristo venha, para que os que forem servos bons e fiéis dupliquem os talentos que o Senhor lhes confiou.

Fonte: www.estudantesdabiblia.com.br

Jesus, nosso verdadeiro Natal!

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O Natal é o momento de renovarmos os melhores sentimentos (amor, carinho, afeto, ternura e solidariedade). Natal é a festa cristã que nos emociona todos os anos, pois nos faz lembrar e sentir a paz de Cristo. Vamos comemorar o Natal, resgatando seu real significado: amor ao próximo e fé em Jesus Cristo.

Que neste Natal possamos estar com as pessoas queridas, vivendo momentos de paz, amor e muita alegria. Natal, o dia mais especial do ano, pois remete ao nascimento daquele que deu sua vida para salvar os homens.

Vamos comemorar esta data, vivenciando os ensinamentos de Cristo. O Natal é o momento de lembrarmos do nascimento de Jesus Cristo e agradecermos a Deus por tudo que conquistamos em nossas vidas.

O verdadeiro significado do Natal não está nos presentes materiais que damos ou ganhamos, mas sim no amor verdadeiro que podemos compartilhar com o próximo.

Que o verdadeiro espírito do Natal possa, em breve, se espalhar por todos os dias do ano. Quando isto acontecer, teremos uma sociedade mais justa, fraterna, solidária e pacífica.

O melhor presente de Natal foi Deus que deu ao homem: seu filho, “Jesus Cristo”, para nos ensinar o verdadeiro significado do amor ao próximo. Amor, paz e solidariedade: os três presentes que devemos distribuir a todos, não apenas no Dia de Natal, mas todos os dias.

Um Feliz Natal a todos!