LIÇÃO 07 – Fogo estranho diante de Deus | 12/08/2018

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INTRODUÇÃO

A história de Nadabe e Abiú faz-nos uma séria advertência: Deus não se deixa escarnecer (Gl 6.7). Nesta lição, veremos que esses dois obreiros, apesar de todos os privilégios de que desfrutavam junto à congregação de Israel, não honraram o seu ministério. Antes, ignorando a recomendação de Moisés, ofereceram fogo estranho ao Senhor. E, no mesmo instante, foram exterminados pelo Deus que não se deixa zombar por homem algum.

Como temos nos apresentado diante do Senhor? Enquanto avançamos neste estudo, respondamos a esta pergunta com temor e tremor, pois Deus não mudou. Ele está a exigir santidade, pureza e reverência de cada um de seus filhos, principalmente dos que fazem parte do santo ministério da Palavra.

I. OS PRIVILÉGIOS DE NADABE E ABIÚ

Não basta pertencer a uma família tradicional de obreiros para usufruir da graça divina. É necessário, antes de tudo, ter uma vida de íntima comunhão com Deus. Vejamos, pois, a ascendência de Nadabe e Abiú, e o seu conhecimento da glória divina.

1. Ascendência levítica. Nadabe e Abiú pertenciam à tribo de Levi, que fora honrada com o sacerdócio divino (Nm 3.1-12). Os homens dessa tribo eram contados entre as primícias do Senhor. O próprio Deus havia dito: “Os levitas serão meus” (Nm 3.12). Por conseguinte, os descendentes de Levi eram vistos como os nobres entre os nobres de Israel.

2. Ascendência araônica. Além de pertencerem à tribo de Levi, Nadabe e Abiú provinham da família de Arão, escolhida por Deus para exercer o sumo sacerdócio (Êx 6.23; 28.1). Era o ofício mais honroso de todo o Israel. Nem os reis podiam exercê-lo (2Cr 26.18). De acordo com a genealogia de Arão, Nadabe e Abiú eram os sucessores imediatos do pai nesse glorioso ministério.

3. Participantes da glória de Deus. Quando o Senhor outorgou a Lei a Israel, por intermédio de Moisés, lá estavam Nadabe e Abiú juntamente com os mais destacados anciãos de Israel (Êx 24.1). E, ali, no monte sagrado, presenciaram a manifestação da glória divina (Êx 24.9,10). Além disso, foram testemunhas oculares da aliança que o Senhor firmara com os filhos de Israel (Êx 24.8). Enfim, Nadabe e Abiú tiveram o privilégio de testemunhar o estabelecimento do pacto entre Deus e o seu povo.

II. FOGO ESTRANHO NO ALTAR

Três atitudes marcaram o ato leviano e inconsequente de Nadabe e Abiú: ignoraram a Deus, impacientaram-se e, sem qualquer temor, apresentaram fogo estranho no altar sagrado.

1. Ignoraram a Deus. Ao adentrarem o lugar santo, Nadabe e Abiú ignoraram a presença de Deus, pois o Senhor encontrava-se não somente no Tabernáculo como em todo o arraial de Israel (Êx 25.8; Nm 14.14). O Deus onipresente não se limita ao Santo dos santos, mas se deleita com a presença de seus queridos e amados santos.

2. Impaciência profana. De acordo com as instruções que o Senhor, através de Moisés, transmitira aos filhos de Israel, somente o sumo sacerdote estava autorizado a oferecer o incenso no altar de ouro (Êx 30.7-9). Todavia, observa-se que ambos, ignorando tal preceito, entraram no lugar sagrado e trouxeram um fogo que Deus não ordenara. As coisas de Deus não podem ser tratadas profanamente.

Nadabe e Abiú precipitaram-se e não souberam esperar a hora de se colocarem no altar.

3. Apresentaram fogo estranho ao Senhor. Não bastava ter o incenso prescrito pelo Senhor; era imperioso ter igualmente a brasa certa, para que Deus fosse dignamente adorado (Êx 30.9; Lv 16.12). Se o incenso era exclusivo, a brasa também o era (Êx 30.37). Mas, pelo contexto da narrativa sagrada, Nadabe e Abiú não estavam preocupados nem com o incenso, nem com o fogo. Por isso, o Senhor veio a fulminá-los diante do altar.

III. LUTO NO SANTO MINISTÉRIO

A morte de Nadabe e Abiú abalou profundamente a casa de Arão. Apesar de haver perdido, num único dia, dois de seus filhos, ele foi proibido pelo Senhor de observar qualquer luto pelos mortos.

1. A morte de Nadabe e Abiú. Ao se apresentarem com fogo estranho diante do Senhor, os filhos de Arão, que também eram ministros do altar, foram consumidos no lugar santo (Lv 10.2). Pelo que observamos do texto sagrado, Deus os matou pelo fato de eles não terem levado em conta a santidade divina (Lv 10.3). A obrigação deles era glorificar o nome do Senhor, mas preferiram buscar a própria glória. Diante do fato, o sumo sacerdote de Israel calou-se. Não poderia haver momento mais trágico para a sua família.

2. A remoção dos cadáveres. Moisés, então, ordena a dois primos de Arão, Misael e Elzafã, a removerem os cadáveres da Casa de Deus (Lv 10.4). No episódio de Ananias e Safira, os corpos de ambos foram levados para fora por alguns jovens da igreja recém-inaugurada pelo Espírito Santo (At 5.1-11).

3. O luto é proibido. Apesar da tragédia que se abateu sobre a sua família, Arão é proibido pelo Senhor de guardar luto ou demonstrar tristeza (Lv 10.6,7). Ele e seus filhos deveriam suportar, com santa discrição, aquela hora tão difícil. Afinal, era seu dever zelar pela santidade e glória do nome do Senhor dos Exércitos.

Certos tipos de “luto” servem apenas para enfraquecer o povo de Deus e levá-lo à dispersão (2Sm 19.1-7). Às vezes, temos de suportar o insuportável, a fim de preservar a Igreja de Cristo. Ela está acima de nossa dor.

CONCLUSÃO

Devemos ter cuidado com a forma como nos apresentamos diante de Deus. O culto ao Senhor deve ser santo, reverente e verdadeiro. Portanto, chega de liturgias bizarras, cultos mundanos, teologias permissivas e costumes que ferem a Palavra de Deus. Se não atentarmos à santidade e à glória divinas, não subsistiremos, pois o nosso Deus, embora seja conhecido pelo amor e bondade, é também um fogo devorador (Is 30.27). Portanto, sejamos puros e santos em toda a nossa maneira de ser, pois o Senhor não se deixa escarnecer.

Fonte: www.estudantesdabiblia.com.br

Dia de comunhão foi celebrado na AD Içara

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O culto de ceia do templo sede foi marcado pela presença do Senhor. A celebração realizada na noite de domingo, dia 05, contou com muitos louvores e a ministração da palavra de Deus. Veja as fotos.

A Orquestra Celebração, o Ministério de Louvor Restauração e o Círculo de Oração Monte Sião entoaram canções.

Ministrou a palavra de Deus pastor Cirço de Lima, e na sequência realizou uma oração pelas pessoas que foram diante do altar.

Iniciada a ceia foi feita a leitura tradicional da celebração, 1 Coríntios 11:23. Também foi partido o pão e feita a oração pelo pão e vinho. Já distribuída a ceia foi feita uma oração em agradecimento a Deus.

AD Içara realizou segundo batismo de 2018

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Mais 35 novos irmãos fazem parte do corpo de membros da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Içara. Neste domingo, 05 de agosto, as 14:00 horas, foi realizado o segundo batismo nas águas do ano, na Lagoa dos Freitas, Balneário Rincão. Veja as fotos.

Após o cântico de um hino da harpa cristã pela irmã Claudete Souza, foi ministrada uma breve mensagem pelo dirigente da AD Presidente Vargas, Evangelista José Roberto Ferreira. O presidente AD Içara também explanou sobre a importância do batismo na vida do cristão.

Em seguida foi realizada a oração pelos candidatos ao batismo e também lida uma nominata de presença pelo coordenador de Discipulado da AD Içara, presbítero Cristiano Medeiros.

Nas águas o presbítero Sebastião Souza, evangelista Donato Tomaz e pastor Edson Colonetti deram início ao batismo das mulheres. Logo após os pastores Anderson Martins e Lucas da Rolt batizaram os homens. Após todos serem batizados foi realizada uma oração em agradecimento a Deus.

Foram 40 batizados no dia 08 de abril, 35 neste domingo, totalizando 75 batizados em 2018.

Curso sobre o batismo foi realizado na AD Içara

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O departamento de discipulado da Assembleia de Deus em Içara realizou uma palestra para os candidatos ao batismo no plenário do templo sede, na quinta-feira, dia 02 de agosto. Veja as fotos.

Na oportunidade presbítero Cristiano Medeiros, líder do Discipulado AD Içara explanou as orientações acerca do ato cerimonial e em seguida ministrou uma palavra sobre o batismo e a ceia do Senhor. Alguns discipuladores também marcaram presença acompanhando os futuros membros.

No encontro foram recolhidas as informações de cada candidato, com uma prévia das pessoas que descerão às águas batismais no próximo domingo, dia 05 de agosto, às 14 horas, na Lagoa dos Freitas.

LIÇÃO 06 – A doutrina do Culto Levítico | 05/08/2018

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INTRODUÇÃO

No livro de Levítico, há uma teologia sublime e altamente devocional, cujo objetivo é levar o crente israelita a reconhecer três verdades: 1) tudo quanto existe foi criado por Deus; 2) sendo Ele o Criador de todas as coisas, somente Ele deve ser adorado; e 3) tudo quanto há deve ser consagrado ao Deus Único e Verdadeiro.

Se observasse esse princípio, o povo de Israel ver-se-ia livre dos resquícios da idolatria do Egito, prevenindo-se didaticamente quanto às abominações de Canaã.

Nesta lição, veremos que a essência do culto levítico é conduzir o crente a adorar a Deus e a consagrar-lhe tudo quanto tem. Porque tudo pertence ao Senhor, pois Ele tudo criou e tudo preserva. Essa consagração, porém, só terá eficácia se começar pelo nosso próprio ser (Rm 12.1-3).

I. A TERRA É DO SENHOR

O livro de Levítico reafirma, através de suas ações litúrgicas, as mensagens do Gênesis e do Êxodo. Ele mostra que Deus, sendo o Criador dos Céus e da Terra, tem de ser adorado por tudo quanto existe e por tudo que temos.

1. Deus é o Criador dos Céus e da Terra. Se o Gênesis mostra que Deus criou tudo quanto existe, o Levítico reivindica dos israelitas que consagrem tudo ao Senhor (Gn 1.1; Lv 1.17). Ao mesmo tempo, exorta-os didaticamente, por meios das ofertas e dos sacrifícios, que nenhum ídolo pode ser honrado como o nosso Deus (Lv 19.4; Is 42.8).

2. Deus é o libertador de Israel. O livro de Levítico patenteia aos filhos de Israel que Deus é o libertador de seu povo. Por esse motivo, nenhum israelita poderia comparecer diante do Senhor de mãos vazias (Êx 23.15; 2Co 9.7).

3. Israel é o templo de Deus. A teologia de Levítico tinha por objetivo também conscientizar Israel de sua vocação divina (Lv 20.26). Logo, toda a nação israelita era (e no futuro o será) um templo de adoração ao Senhor (Lv 10.3). Isso significa que o povo hebreu não se limitava a ser uma mera teocracia, mas a comunidade de adoração por excelência ao Senhor (Lv 9.23).

II. OS ANIMAIS E OS VEGETAIS SÃO DO SENHOR

A teologia do Levítico mostra a criação como serva do Criador. Por essa razão, os animais e os vegetais, em Israel, não eram adorados, mas serviam para adorar a Deus.

1. No Egito, os animais eram deuses. Os egípcios não faziam distinção entre o Criador e a criação, nem estavam preocupados em distinguir os animais limpos dos impuros. Por isso, adoravam o boi, o crocodilo, o falcão, o gato, etc. (Rm 1.25). Eis porque Deus, ao punir o Egito com as dez pragas, mostrou quão inúteis eram aqueles deuses.

2. Os animais e a adoração a Deus. Ao contrário dos egípcios, os israelitas não se davam ao culto dos animais, mas entregava-os em sacrifício ao Senhor (Lv 1.2). Além disso, faziam distinção entre os animais limpos e impuros (Lv 11). Nesse sentido, o povo de Israel sabia que os animais não são deuses, e, sim, criaturas do Deus, que, bondosamente, o sustenta (Sl 104.14).

3. Os vegetais e a adoração a Deus. Se por um lado, a Lei de Deus preconiza a preservação da natureza, por outro, condena a idolatria da natureza como acontecia em algumas antigas culturas cananeias e no período de apostasia dos judeus (1Rs 14.23). Em Israel, os frutos da terra serviam para louvar e enaltecer a Deus (Lv 23.10).

III. O SER HUMANO É DO SENHOR 

A teologia do Levítico preconiza a sacralidade da vida humana como imagem e semelhança de Deus. Em Israel, ao contrário das culturas cananeias, estava proibido o sacrifício humano, pois o verdadeiro sacrifício a Deus é um coração humilde e contrito (Is 57.15).

1. O ser humano é a imagem de Deus. O livro de Levítico corrobora a teologia do Gênesis, ao mostrar que o ser humano foi criado por Deus (Gn 1.26). Portanto, há vários dispositivos, visando promover o ser humano como a obra prima das mãos divinas. Por esse motivo, o crente israelita era intimado a cuidar de seu corpo tanto exterior quanto interiormente (Lv 20.7). Nem marcas nem tatuagens eram admitidas (Lv 19.28). Ou seja, o ser humano só agradará a Deus se buscar a excelência divina em toda a sua maneira de ser, existir e pensar.

2. A vida humana é sagrada. O crente israelita é exortado a ver a vida humana como sagrada. Por isso mesmo, não poderia, sob hipótese alguma, consagrar sua descendência aos ídolos (Lv 18.21). Portanto, toda a nação de Israel, como propriedade exclusiva do Senhor, ao Senhor tem de ser consagrada.

3. O ser humano é servo e adorador a Deus. Sendo Israel o povo do Senhor, deve, por conseguinte, dedicar-se totalmente ao serviço divino, oferecendo-lhe sacrifícios, celebrando seus grandes feitos e adorando-o na beleza de sua santidade (Lv 1.2; 23.2).

4. O sacrifício pacífico. A teologia do livro de Levítico tinha por objetivo, antes de tudo, levar o israelita a servir voluntária e amorosamente a Deus. Esse ideal é realçado pelo salmista (Sl 100.2). A síntese desse ensinamento está no sacrifício pacífico com que Israel mostrava a sua gratidão ao Senhor (Lv 7.11-17). Quanto a nós, somos exortados a oferecer a Deus, na pessoa de Jesus Cristo, por mediação do Espírito Santo, sacrifícios de louvores (Hb 13.15).

CONCLUSÃO

Nós somos o templo do Espírito Santo (1Co 6.19). E, como tais, somos intimados a andar em novidade de vida, consagrando tudo ao Senhor, a começar por nós mesmos (1Ts 5.23). Se não nos ofertarmos amorosa e incondicionalmente a Deus, e usarmos o nosso corpo para o pecado, como estaremos diante de Deus? Seremos réus diante dEle (1Co 6.18-20).

A essência da teologia do Levítico continua válida ainda hoje. O Deus que exortou Israel à santidade requer, de igual modo, a nossa santificação (Lv 19.2; 1Ts 4.3).

Fonte: www.estudantesdabiblia.com.br

Discipulado do templo sede concluiu turma

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O núcleo de discipulado do templo sede da Assembleia de Deus em Içara encerrou mais uma turma, na quarta, dia 1º. Veja as fotos.

Na oportunidade os professores Dc.Jorge e sua esposa Claudiane realizaram uma confraternização para a entrega dos certificados. “É uma alegria concluir mais uma etapa na vida de cada um de vocês. O discipulado tem esse papel de apresentar o amor de Cristo por nós”, comentou Jorge.

Também marcou presença o coordenador geral do discipulado AD Içara, presbítero Cristiano Medeiros. “Tenho a convicção que a Palavra de Deus foi semeada em cada coração, e daqui para frente vocês darão frutos”, destacou Medeiros.

A aluna Amanda Porto considerou muito importante as aulas do curso. “Aprendi nessas aulas coisas que jamais havia aprendido em toda minha vida. O discipulado é algo essencial na vida do cristão”, ressaltou.

Ao final todos se confraternizaram com um coquetel.